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A liberdade que não temos

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A liberdade que não temos

Hoje a princípio vivemos em um país livre. Digo “a princípio” porque dispomos da sensação que tudo podemos fazer: ir e vir, passear, comprar, casar, etc. De toda forma somos livres de fato? Pensar em liberdade passa pela ideia que podemos escolher qualquer coisa, e arcar com as consequências de nossa escolha. Porém, em pleno século XXI, ainda passamos pela necessidade de afirmar nossas escolhas.

Quando precisamos reafirmar diante da sociedade nossas próprias escolhas significa que não somos livres de fato, ainda existe um conjunto de regulamentos e ideias pré concebidas que inviabilizam a liberdade de escolha.

Infelizmente hoje vivemos a premissa que não podemos escolher por nós mesmos, que precisamos da regência estatal que nos obriga desde pagar mais impostos até mesmo colocar nossos filhos na escola curricular, mesmo que esta esteja caindo aos pedaços.

O agigantamento do Estado como um todo faz com que não tenhamos liberdade de escolher, deixando a ele reger tudo em nossa vida: comida (como o saleiro em cima das mesas dos restaurantes), salários (como o FGTS que é retirado do nosso salário sem nosso consentimento) e impostos (que são aplicados em tudo que compramos).

Se realmente somos livres porque devemos aceitar um carga tributária exorbitante, o intromissão do governo em nossas decisões cotidianas, retirarem parte de nosso suor para financiar obras em outros países? De fato, nem a princípio vivemos em um país livre, porque isso de fato não é liberdade, é coerção.

 

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