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Brasil, um grito de socorro

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Brasil, um grito de socorro

Por Fernanda Demori de Godoy | fernandademorig@hotmail.com

O Brasil esta com taxas de inflação acima do estimado. Altas taxas de desemprego. Insegurança econômica, sem previsão de significativo crescimento. Chegamos ao momento em que a economia brasileira estacionou. Os altos impostos não estão mais cobrindo o déficit nos caixas públicos e o Governo não vê maneiras de equilibrar a economia. Aos que governam a solução para a crise esta em outros patamares. Já para os governados, há maneiras a curto e longo prazo para a recuperação da economia.

Por uma questão cultural-econômica, há anos o Governo vem intervindo na Economia. Em primeiro momento, os subsídios deram ao povo o falso sentimento de igualdade financeira, proporciando aos menos favorecidos possibilidades que antes não possuíam. Porém a tudo se paga, nada se ganha. Os subsídios e bolsas salário que auxiliam na manutenção familiar, são impostos arrecadados dos brasileiros, redirecionados pelo Governo. Além de subsídios e bolsas, o Governo possui gastos exorbitantes. Toda verba arrecadada é redirecionada para setores. O setor de obras públicas esta claramente mal planejado, exemplo disso são obras superfaturadas e gastos desnecessários. O setor de folhas de pagamento, hoje, é o setor que tem maior percentual de gastos. A máquina pública esta inchada. Uma das soluções imediatas seria o replanejamento dos gastos públicos, com cotas menores para obras, criar um fundo de poupança para o Estado, e diminuição da folha de pagamento do Governo, tanto com menor quantidade de vagas para cada departamento, como também com incentivos de aposentadorias ou reciclagem de servidores.

Com a diminuição da máquina pública e corte dos gastos públicos, diminuiria a necessidade de tributos elevados e aumentaria a necessidade de prestadores de serviços. Decorrente a isto, ocorreria maior número de empreendedores, pois seria vantajosa a abertura de um negócio próprio. Além de privatizar empresas que hoje são Estatais. Com a saída do Governo do controle da economia, a lei de oferta e demanda regularia o mercado, aumentando assim a quantidade de investidores. Na área da educação, não haveria mais escolas públicas, seriam todas privadas, porém com valores mais acessíveis, devido ao não tão alto custo de permanência no mercado. O SUS seria privatizado, cada cidadão pagaria uma taxa mensal para o acesso ao atendimento, onde os custos também seriam menores, e levaria aos cidadãos buscar estar sempre no mercado de trabalho. Com a economia equilibrada, tudo que se produz se vende então as taxas de desemprego seria baixa, pois a economia aquecida aquece também os seus meios de produção (Terra, Capital e Trabalho).

 

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